sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Trash...

How did it start?
Well, I dont know.
I just feel the craving.
I see the flesh and it smells fresh.
And it's just there for the taking.
These little girls they make me feel so god damn
exhilarated.
I feel them up, I can't give it up.
The pain that I'm just erasing.

I tell my lies and I despise.
Every second I'm with you.
So I run away and you still stay.
So what the fuck is with you.

Your feelings I can't help but rape them.
I'm sorry I don't feel the same.
My heart inside is constantly hating.
I'm sorry I just throw you away.

I don't know why I'm so fucking cold?
I dont know why it hurts me.
All I wanna do is get with you.
And make the pain go away.
Why do I have a conscience?
All it does is fuck with me.
Why do I have this torment?
All I want to do is fuck it away.

I tell my lies and I despise.
Every second I'm with you.
So I run away and you still stay.
So what the fuck is with you.

Your feelings I can't help but rape them.
I'm sorry I don't feel the same.
My heart inside is constantly hating.
I'm sorry I just throw you away.

I tell my lies and I despise.
Every second I'm with you.
So I run away and you still stay.
So what the fuck is with you.

Your feelings I can't help but rape them.
I'm sorry I don't feel the same.
My heart inside is constantly hating.
I'm sorry I just throw you away.

I just throw you away.
I just throw you away.
I just throw you away.
I just throw you away.


Inexplicavelmente [não sei mesmo porquê], esta música ganhou a minha afeição desde que ouvi o albúm Issues, há muito tempo atrás...
Agora, depois de um dia para contemplar o concerto de Korn, tenho apenas a dizer que faltou lá esta música...
De resto foi per-fei-to!




[hoje por outro lado...
está a ser um dia "Trash"
e ainda pode piorar muito mais...
como diria o Grassa,
esta semana está a ser
uma semana de m*r*a]

trash...

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Encosta-te a mim...

Ao tentar falar, não consigo dizer mais do que simples monossílabos, e por isso fico-me pelo silêncio que cai com o suave passar dos segundos [uma eternidade mais parece], até mais alguém aparecer e um suspiro de alívio mudo se entrecruzar entre nós...

Encosta-te a mim,
nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim,
talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim,
dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou,
deixa-me chegar.


Na verdade tenho mil e uma coisas que te queria dizer [e fazer-te perceber], tanta coisa para me ensinares, e eu fazer-te aprender, tanta coisa que podemos fazer e que fazemos sem nos apercebermos, o nicho que criámos neste nosso cantinho plantado à beira do mundo que partilhamos todos os dias.

Chegado da guerra, fiz tudo p´ra sobreviver
em nome da terra, no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem, não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói, não quero adormecer.

Porque nos procuramos um ao outro numa dança surda e pausada, mas afastamo-nos quando podemos seguir em frente, por medo ou por teimosia [não sei...].

Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.


Mas tu percebes e eu percebo, e no entanto não fazemos ideia daquilo que temos em mão e que deixamos cair lentamente no esquecimento, como uma folha a ser levada pelo vento.

Encosta-te a mim,
desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.


Há tantas coisas que estamos a partilhar, e que criamos juntos, um espaço conjunto [nosso e de mais ninguém]. Mas fugimos quando estamos juntos, e os nossos olhos se procuram no meio da multidão inexistente. Porque quando tu falas, ouves-me a mim, e eu falo-te só a ti [mais ninguém vai perceber do que falo e porquê...]. E as nossas loucas odisseias musicais, a maneira como cantas e [me] encantas que irritam tanto os demais que têm de nos aturar diariamente...

Eu venho do nada, porque arrasei o que não quis
em nome da estrada, onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.


Tanta coisa que temos e que perdemos e voltamos a encontrar e nos recusamos a descobrir ou deixar partir ou a escolher ficar. Estamos neste impasse, neste stasis movimentado, nesta batalha entre as emoções que moram no teu cérebro e a lógica que vive no meu coração, nesta recusa premente em aceitar e deixar correr, nesta negação constante de vidas que tentamos apagar e não conseguimos deixar de relembrar todas as noites ao adormecer...
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo o que não vivi,
um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim

E ao escrever [Porquê escrever? ah pois aquela parte do tentar falar, e não conseguir dizer mais do que simples monossílabos, e por isso fico-me pelo silêncio que cai com o suave passar dos segundos...] algo que tu nuncas vais ler. Estarei realmente a tentar fazer passar esta mensagem por entre os infinitos anos luz que estão no metro que nos separa? Até posso estar a enviar, mas sei que provavelmente não vai chegar. Seria tão mais fácil dizer-te, guiar-te até onde te quero levar, mas a coragem não nasce nas árvores [pois sei que não]. Em vez disso cai como as folhas, e por entre as estações vai perdendo o seu vigor. E porque se calhar há mais em jogo do que uma nova [velha] má aposta da jogadora que eu sempre fui e que nunca quis ser. Porque tenho muito medo daquilo que poderá não ser [e se calhar ainda mais do ser...] e dos enganos em que posso [podemos] cair.


Fico-me então pela música, fico-me pela esperança e por estes sonhos que sentimos reais, pela inevitabilidade do que somos [e vamos ser] e da vida que tomei como minha e tua, afinal [desta vez sem talvez, mas com certezas]....
Porque às vezes uma canção diz tudo aquilo que não conseguimos perceber e dar a entender....

encosta-te a mim...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

diz que é uma espécie de mestre...

acabou...
e eu nem dei pelo tempo passar...
nem dei pelas perguntas...
nem pelas respostas...
e ficou a nota para relembrar...

e depois disso...
apeteceu-me atirar tudo ao chão, correr, abraçar-te
agarrar-te e sentir-te,
perguntar-te se me tinha portado bem,
o que achavas?
apeteceu-me olhar-te como uma menina pequenina,
e com os teus olhos postos nos meus
perguntar-te baixinho o que é que faço agora...

eu sei que...
e também sei que...
e ainda que...

uma vez disseste:
"Tu não tens a certeza de nada...conheço-te pior do que pensava"

agora tenho a certeza de uma coisa...

Eu não preciso de um Cavaleiro Andante

mas sei que gosto das pinturas
que giram no meu mundo

quando o tempo se estica

por entre um sorriso teu...

e gostava que...

não!
queria que!

ou melhor...

exijo...
-te
ponto.





Porque sou o cavaleiro andante

Que mora no teu livro de aventuras

Podes vir chorar no meu peito

As mágoas e as desventuras


Sempre que o vento te ralhe

E a chuva de maio te molhe

Sempre que o teu barco encalhe

E a vida passe e não te olhe


Porque sou o cavaleiro andante

Que o teu velho medo inventou

Podes vir chorar no meu peito

Pois sabes sempre onde estou

Sempre que a rádio diga

Que a américa roubou a lua

Ou que um louco te persiga
E te chame nomes na rua

Porque sou o que chega e conta

Mentiras que te fazem feliz

E tu vibras com histórias

De viagens que eu nunca fiz

Podes vir chorar no meu peito

Longe de tudo o que é mau

Que eu vou estar sempre ao teu lado
No meu cavalo de pau

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

como se vive...

Eu...
eu é mesmo um dia de cada vez...

e f*d*-se!!!
que custa...





Give me the sense to wonder
To wonder if Im free
Give me a sense of wonder
To know I can be me
Give me the strength to hold my head up
Spit back in their face
Dont need no key to unlock this door
Gonna break down the walls
Break out of this bad place

Can I play with madness
The prophet stared at his crystal ball
Can I play with madness
Theres no vision there at all
Can I play with madness
The prophet looked and he laughed at me
Can I play with madness
He said youre blind too blind to see

I screamed aloud to the old man
I said dont lie dont say you dont know
I say you pay for your mischief
In this world or the next
Oh and then he fixed me with a freezing glance
And the hellfires raged in his eyes
He said do you wanna know the truth son
Ill tell you the truth
Your souls gonna burn in a lake of fire

Can I play with madness
The prophet stared at his crystal ball
Can I play with madness
Theres no vision there at all
Can I play with madness
The prophet looked and he laughed at me
Can I play with madness
He said youre blind too blind to see

Can I play with madness
The prophet stared at his crystal ball
Can I play with madness
Theres no vision there at all
Can I play with madness
The prophet looked and he laughed at me
Can I play with madness
He said youre blind too blind to see