quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

diz que é uma espécie de mestre...

acabou...
e eu nem dei pelo tempo passar...
nem dei pelas perguntas...
nem pelas respostas...
e ficou a nota para relembrar...

e depois disso...
apeteceu-me atirar tudo ao chão, correr, abraçar-te
agarrar-te e sentir-te,
perguntar-te se me tinha portado bem,
o que achavas?
apeteceu-me olhar-te como uma menina pequenina,
e com os teus olhos postos nos meus
perguntar-te baixinho o que é que faço agora...

eu sei que...
e também sei que...
e ainda que...

uma vez disseste:
"Tu não tens a certeza de nada...conheço-te pior do que pensava"

agora tenho a certeza de uma coisa...

Eu não preciso de um Cavaleiro Andante

mas sei que gosto das pinturas
que giram no meu mundo

quando o tempo se estica

por entre um sorriso teu...

e gostava que...

não!
queria que!

ou melhor...

exijo...
-te
ponto.





Porque sou o cavaleiro andante

Que mora no teu livro de aventuras

Podes vir chorar no meu peito

As mágoas e as desventuras


Sempre que o vento te ralhe

E a chuva de maio te molhe

Sempre que o teu barco encalhe

E a vida passe e não te olhe


Porque sou o cavaleiro andante

Que o teu velho medo inventou

Podes vir chorar no meu peito

Pois sabes sempre onde estou

Sempre que a rádio diga

Que a américa roubou a lua

Ou que um louco te persiga
E te chame nomes na rua

Porque sou o que chega e conta

Mentiras que te fazem feliz

E tu vibras com histórias

De viagens que eu nunca fiz

Podes vir chorar no meu peito

Longe de tudo o que é mau

Que eu vou estar sempre ao teu lado
No meu cavalo de pau

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