sexta-feira, 26 de outubro de 2007

sound of silence

Does anyone likes the sound of silence?

i do :)

i like the way the silence moves when i get out of the lab at late hours and i don't hear a sound as i walk through the white walls of C6...

the way that it it surrounds me as i walk towards the light of the moon... just beyond that little square of white and yellow...with a background of trees and night...

i like the way that it moves me...
the way that it conforts me...


when i don't hear a sound...
it feels so good...
there's nobody in the whole wide world...
i feel relaxed and i STOP!
my head actually enters a semivoid of thoughts and it feels so damn good!!!

today i thought about it...
and it felt weird...
'cause i do love music...
but i also love the silence...

(Leitão would say that i have a problem with silence...
'cause i'm allways talking about it...)

but...
all of this to say that i thought about it...
about the silence i mean...
and i think the silence is a wonderfull thing...
or at least, can be a wonderfull thing

and i would like to say that:

i do think that the silence has a melody underneath it...


i believe that it has the rythm of life behind it...

and in each pause of the music of life...

you
can
hear
the
heartbeat

of
the
world...

terça-feira, 23 de outubro de 2007

shadowman

Any time tomorrow I will lie and say I'm fine
I'll say yes when I mean no
And any time tomorrow
The sun will cease to shine
There's a shadowman who told me so
Any time tomorrow the rain will play a part
Of a play I used to know
Like no other
Used to know it all by heart
But a shadowman inside has let it go
Oh no, let go of my hand
Oh no, not now I'm down, my friend
You came to me anew
Or was it me who came to you
Shadowman
Any time tomorrow a part of me will die
And a new one will be born
Any time tomorrow
I'll get sick of asking why
Sick of all the darkness I have worn
Any time tomorrow
I will try to do what's right
Making sense of all I can
Any time tomorrow
I'll pretend to see the light
I just might
Shadowman
Oh here's the sun again
Isn't it appealing to recline
Get blinded and to go into the light again
Doesn't it make you sad
To see so much love denied
See nothing but a shadowman inside


Oh, if you're coming down to rescue me
Now would be perfect
Please, if you're coming down to rescue me
Now would be perfect


Shadowman dos K's Choice

hoje não me apetecia escrever nada de especial, mas ouvi esta música e apeteceu-me por isto aqui :)

domingo, 21 de outubro de 2007

My life should have a soundtrack...

Eu gosto de música...
pronto...
ok...
eu não gosto de música...
eu vivo de música...
respiro-a...
alimento-me dela...
vivo-a a cada minuto...
a cada segundo...

(quantos de vós não me virão já a fazer "humming" da música ou
a pseudo abanar a cabeça ao ritmo de uma música
que, tipicamente, só eu posso ouvir...
é claro que me podem chamar maluca, doida varrida...
mas e daí não estariam assim tão longe da verdade por isso...)


mas continuando a ideia...
eu acho que deveria haver uma espécie de banda sonora para a vida...

uma música ambiente que mudasse consoante o estado de espírito da pessoa...
que se adaptasse aquilo que sentimos e que vemos...


(ainda por cima tinha aquela vantagem
de dar a dica para me avisar para situações
das quais não me apercebo normalmente,
tipo...
quando devo ficar calada por exemplo...)

A música move-me...
quando pego na guitarra e faço uns dedilhados,
quando me sento no piano e acaricio as teclas frias e pesadas...
quando experimento tons e tonalidades,
quando vejo acordes tão harmoniosos
e notas soltas penetrantes e tão diferentes...
quando me dou ao ritmo e me perco na batida tão inconstante

(que se torna constante no caos de sentimentos
e pensamentos que no fundo são o que toco...)


quando me dou e me perco
nesse sentimento puro e avassalador que é fazer música...
quando transponho aquilo que sou para a pauta...

(e não me censuro nem julgo por o estar a fazer)

i feel alive
i feel...
me!

e isto tudo...
para fazer um ensaio para uma vida a sério...
posta numa pauta com 5 linhas e 4 espaços,
uma clave de sol e outra com clave de fá
(porque uma vida a sério só pode ser vivida a duas mãos)
com notas e muitas pausas...
para pensar...
e arranjar algo para continuar...

é assim não é?
criar uma música e criar uma vida...

pouco a pouco...
nota a nota...

cheia de tentativas e falhas...


mas quando sair bem....
ou se sair bem...
vai ser
um sucesso....
i hope...



Mas continuando
(acho que me desviei ali por um segundinho do tema do post...)
Por exemplo...
agora neste preciso momento,

(em que em vez de escrever a tese tou a escrever este post)

deveria estar a tocar... sei lá...
Rock'n Roll fantasy dos Kinks

(que muitos de vocês ou quase nenhuns deve saber o que é...)

mas pronto enfim...

tudo isto para dizer que...
que definitivamente...

a vida deveria ter uma banda sonora...


sexta-feira, 19 de outubro de 2007

this one goes in english... or God Is An Astronaut...

with the speeding of the rythm the unchained melodies of sadness, war and rage followed, forming a wave of power and smoothness...

and in the middle of that i saw myself...
somewhere else...
just passing by
as the music changed
all that i was feeling...

and as the music stepped up
i lost all the protections inside of me...
one by one i watched them fell to the floor...
i broke the shell that had kept me safe from...
you...

and..
in the middle of the crowd i saw the fire burning the screen,
burning my soul...
purging all the feelings i had kept within...
keeping me...
slowing me down...
tearing me up inside...


and in the middle of the stars
i found the little pieces of my heart...
glued with
dreams...

and hopes...
small...
and fragile...
oh so fragile

and in the middle of it all...
or was it the beggining...
or why not the end...

i saw all the disquises i had made...
all of the things i tried to be to make people care...
i sall all of them crash and obliterate
as they felt to the music
inside of me,
outside the shell,
in the heat of the rage...


the concert of god is an astronaut was more than i was expecting...

it was the fall of the courtain...
the end of a too long theatre from which i had made my reality...
my life...

it was the breaking of the will...
and the reborn of it...
more strong...
more real...
more me...


the only problem was that after the concert...
with my shell broken...
with all the feelings still wondering around...
starlight came
and with my defenses down...
the light of the stars caught me again in your arms...

há dias assim...

Há dias assim...

em que as coisas que achas que vão correr mal, têm uma tendência para se endireitar, sorrir, andar pa frente e resolver-se sem sequer lhes ser preciso tocar...
em que o céu azul visto pela janela do laboratório te promete passeios pelas nuvens e sonhos de outono que poderão ou não realizar-se...

mas e daí...quem quer saber se se realizam ou não?

por agora eles estão ali...
mesmo ao virar de um olhar,
uma impressão que nos faz pensar que alguém nos observa...

que nos faz imaginar uns olhos que nos fixam e não desviam
olham para absorver todos os movimentos que fazemos,
que não se afastam para não perderem um sorriso,
que querem beber todos os nossos pensamentos passados a palavras
e decorar cada traço do nosso rosto...

há dias assim...

em que a noite trás promessas de castelos encantados
e ruas escuras e tenebrosas que se iluminam à nossa passagem...
ruas pequenas e desertas, tortuosas e sombrias
que se transformam por magia de um sonho de outono
por realizar,
por nascer...

e se nunca nascer fica a felicidade de ter sido sonhado,
de ter sido sorrido por alguém...
perto: na outra ponta do mundo;
ou longe: mesmo ao virar de uma batida do coração...

há dias assim...

em que as madrugadas cinzentas e frias
nos falam dos mistérios do sol a nascer
e de onde as estrelas vão dormir...
onde os sorrisos e palavras uma vez incómodos
se tornam num festim de sentimentos e prosas...

onde o que não pensámos possível acontece

e...

assim como por magia,
uns olhos nos fixam...

e como por magia...
algo dentro de nós muda...
e diz...

eu sou capaz...

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

once if allways if

voltou...
o blog que eu tinha morto à muito tempo atrás...
o blog que eu quis matar...
mas que era impossível eu esquecer...

voltou...
e eu também...
ou pelo menos um pseudo-eu...

voltou...
o blog que tinha morrido voltou à vida...

não que agora tenha muita claro :P

(isto de escrever a tese deu-me vontade de voltar a pensar com o teclado, ou como quem diz, expor raciocinios/pensamentos com o teclado :P)